Sigma 14mm f/1.4 Art
Um ícone para Via Láctea: nitidez no infinito, coma controladíssima e f/1.4 para reduzir ISO/tempo. Ideal para arcos galácticos e céus Bortle 1–3.
- Prós: f/1.4, coma mínima, construção sólida.
- Contras: preço e peso elevados.
Config recomendada: f/1.8; 10–12 s; ISO 3200–4000 (FF). Para pano, 2–3 fileiras.
Samyang 14mm f/2.8
Clássica do custo‑benefício. Em f/2.8 pode mostrar coma/distorção, mas fechando um pouco ela entrega muito pelo preço — ótima porta de entrada para galáxia.
- Prós: acessível, leve, campo amplo.
- Contras: variação de unidade e coma em abertura máxima.
Config recomendada: f/3.2; 12–15 s; ISO 6400 (FF). Em APS‑C, 8–12 s.
Sony 20mm f/1.8 G
Versátil e leve, com nitidez excelente e boa correção nas bordas. Combina com composições que valorizam foregrounds, sem abrir mão da Via Láctea.
- Prós: f/1.8, AF preciso, uso diário.
- Contras: menos ângulo que 14 mm para arcos completos.
Config recomendada: f/1.8; 8–10 s; ISO 3200–5000 (FF). Excelente para constelações grandes.
Erros comuns ao fotografar a Via Láctea: foco impreciso no infinito, WB inconsistente entre quadros, tempo acima do limite da Regra dos 500 e subexposição severa. Corrija com check‑list: ampliar live view para focar estrela, travar WB, calcular tempo pela regra/NPF e revisar histograma do RAW.
Equipamentos que ajudam no céu noturno: tripé estável (sem coluna estendida), intervalômetro, aquecedor de lente, lanterna de cabeça com luz vermelha, baterias extras e apps de planejamento (posição da galáxia, poluição luminosa e meteorologia).